Conheça 10 restaurantes imperdíveis em São Paulo

Conheça 10 restaurantes imperdíveis em São Paulo


Dos mais estrelados aos mais curiosos, São Paulo tem opções de restaurantes para todos os bolsos e gostos. Veja 10 locais para conhecer e provar os sabores mais diferentes:


1- D.O.M

Eleito o melhor restaurante do Brasil, o D.O.M. também é duplamente estrelado pelo guia Michelin. Foto: Visualhunt.

Eleito o melhor restaurante do Brasil e o quinto mais premiado da América Latina pelo 50 Best Restaurants, a casa de Alex Atala serve pratos da cozinha contemporânea com diversos ingredientes regionais. São quatro opções de menu degustação a partir de R$ 485 com seis pratos.


Serviço:

Rua Barão de Capanema, 549, Jardins

(11) 3088-0761



2 - A Casa do Porco

Localizado bem no centro de São Paulo e sempre com longas filas, o restaurante do chef Jefferson Rueda ocupa a sétima posição de melhor da América Latina. Ele serve pratos de cortes suínos variados e um menu degustação em 12 etapas a R$ 110.


Serviço:

Rua Araújo, 124, Centro

(11) 3258-2578


3 - Maní

A chef Helena Rizzo também é uma das mais premiadas do Brasil e apareceu recentemente como jurada do reality show The Final Table, da Netflix. Ela faz uma cozinha contemporânea com ingredientes regionais e serve três tipos de menu em seu restaurante a partir de R$ 210.


Serviço:

Rua Joaquim Antunes, 210, Jardim Paulistano

(11) 3085-4148



Um dos pratos servidos por Helena Rizzo, no Maní. Foto: reprodução Facebook.
4 - Mocotó

Um cantinho do agreste na selva de pedra é a proposta do Mocotó, restaurante aberto há mais de 40 anos pelo cozinheiro José de Oliveira Almeida, pai do chef Rodrigo Oliveira – que aperfeiçoou os pratos tradicionais nordestinos. Entre as opções estão a bruschetta do sertão com torrada coberta por linguiça picada e vegetais (R$ 8,90) e a paleta de cordeiro do Velho Chico servida apenas aos domingos (R$ 149,90).


Serviço:

Av. Nossa Senhora do Lorêto, 1100, Vila Medeiros

(11) 2951-3056


5 - Tuju

Detentor de duas estrelas Michelin, o Tuju usa principalmente ingredientes nativos de pequenos produtores e outros colhidos na horta do andar superior pelo chef Ivan Ralston. Há dois menus degustação a partir de R$ 210 com pratos como o ravióli de pupunha recheado de fava verde, queijo de ovelha e endro, e o segredo de porco com abóbora glaceada em seu suco, repolho fermentado e mostarda caseira.


Serviço:

Rua Fradique Coutinho, 1248, Pinheiros

(11) 2691-5548


6 - Vista e Obelisco

Aberto recentemente ao lado do Parque Ibirapuera, o restaurante Vista oferece uma visão panorâmica de São Paulo. Foto: divulgação.

Localizado no alto do Museu de Arte Contemporânea de São Paulo, o Vista e o Obelisco formam um misto de restaurante de culinária brasileira com um bar de drinks que tem na paisagem da Paulicéia seu pano de fundo. Janelões e mesas no terraço convidam para um happy hour ou jantar com uma carne de sol de filé mignon acompanhada de mandioca e salada de feijão manteiguinha (R$ 85) e um coquetel Sertanejim, com cachaça, pitaia vermelha, especiarias, limão, coco licuri e chips de mandioca (R$ 29).


Serviço:

Avenida Pedro Álvares Cabral, 1301, Vila Mariana

(11) 2658-3188


7 - Santo Grão Jardins

A releitura do Virado à Paulista da chef Marcela Neilly pode ser provada no Santo Grão dos Jardins a R$ 65. O prato estará disponível apenas nesta sexta-feira (25).


Serviço:

Rua Oscar Freire, 413, Cerqueira César

(11) 3062-9294


8 - Café Suplicy Farol Santander

É possível tomar um café ou provar pratos mais diferentes no mirante do Farol Santander.

No mirante do antigo edifício do Banespa, que foi transformado em um centro cultural no ano passado, é possível experimentar pratos curiosos criados pelo chef Victor Dimitrow. O combo de entrada com principal custa R$ 42, com opções como o brioche tostado com patê de fígado de frango e chutney de manga ou ainda o rosbife de wagyu com alface grelhada e molho bearnaise de café.


Serviço:

Rua João Brícola, 24, Centro

(11) 3553-5627


9 - Mensa

Egresso das cozinhas do Épice e Mocotó, o chef Rafael Navarine serve um menu em três tempos que muda conforme a estação do ano ou a sazonalidade dos alimentos. São quatro opções de entrada e principal e mais três de sobremesa por R$ 80, como a cavaquinha com cuscuz de couve-flor com toranja, erva-doce e molho de abóbora, o peixe com noque, alcachofra e berinjela tostada e o sobert de pera marinada no rum.


Serviço:

Rua Wisard, 88, Vila Madalena

(11) 3031-7536


Chef Nobuyuki Matsuhisa. Foto: Divulgação / Facebook.
10 - Nobu

O restaurante japonês mais famoso do mundo chegou à São Paulo em 2018 com muita expectativa. Criado pelo chef Nobuyuki Matsuhisa em sociedade com o ator Robert de Niro, o Nobu faz uma culinária oriental com toques peruanos em pratos como o bacalhau black cod com misso doce (R$ 109), a porção de guiozas de wagyu (R$ 48) e o yellowtail jalapeño (R$ 36), com fatias finas de peixe temperadas com yuzu, shoyu e pimenta jalapeño.


Serviço:

Rua Haddock Lobo, 1573, Jardins

(11) 3846-7373


A São Paulo de 23 mil restaurantes 


Ela é frenética, agitada, vive acordada dia e noite, e detém alguns dos melhores restaurantes do Brasil e mais emblemáticos do mundo. São Paulo completou 465 anos nesta sexta-feira (25 de janeiro) como uma referência nacional quando se fala em gastronomia, e esta alcunha não se deu à toa. São 23 mil restaurantes de culinárias variadas, 15 mil bares de dezenas de especialidades, e todo o tipo de espaço para a alimentação. Há ainda 13 cursos superiores na área.


Para o consultor de empreendimentos gastronômicos Adalberto Santos, da Guersola Consultoria e Assessoria, toda essa variedade culinária deu a São Paulo um reconhecimento mundial ímpar. Não apenas pela criatividade dos imigrantes, mas também por conta da profissionalização do mercado de gastronomia da cidade.


“Isso explica a preferência e formação dos chefs na capital, o que movimenta e torna possível toda visibilidade e atenção de investidores, projetos, redes de restaurantes e profissionais. Tudo isso em uma megacidade considerada uma metrópole 24 horas no ar, com um estilo de vida que conjuga trabalho e lazer”, explica o consultor.


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A variedade culinária fez São Paulo receber diversos títulos de reconhecimento, como o de Capital da Gastronomia 2018 pelo Sirha (ou Salão Internacional de Restaurantes, Hotelaria e Alimentação, na tradução para o português) e de Capital Ibero-Americana Gastronômica, também no ano passado. Além de concentrar seis dos melhores chefs do mundo pelo Best Chef Awards, como Alex Atala (D.O.M. e Bio), Ivan Ralston (Tuju), Helena Rizzo (Maní), entre outros.


Marcela Neilly, chef paulistana que criou recentemente uma releitura do tradicional Virado à Paulista, conta que a evolução de São Paulo como uma referência gastronômica já não é de hoje, mas ainda tem um longo caminho a percorrer. É uma mistura de tudo o que é típico no país, mas com toques internacionais.


“Daqui saem muitas das macrotendências gastronômicas para o resto do país, o novo uso de ingredientes e os estudos alimentares. Ainda temos muito a escrever, mas estamos no caminho. É uma cozinha plural, que aceita a todo paladar e se move na velocidade da sua população”, analisa.



O tradicional sanduíche com mortadela. Foto: André Rodrigues/ Gazeta do Povo.

Além do sanduíche de mortadela servido no Mercado Municipal (também conhecido como Mercadão da Cantareira – Rua Cantareira, 306, Centro) e do bauru alçado a Patrimônio Cultural, a cidade de São Paulo também tem em seu Virado à Paulista uma tradição culinária. O quitute da época colonial, criado pelos bandeirantes, foi declarado Patrimônio Imaterial em 2017 e ganhou uma releitura curiosa.


A chef Marcela Kelly explica que chega a ser arriscado fazer alguma adaptação ao prato. Mas que, mesmo assim, é possível dar uma nova cara sem perder a identidade.


“As mudanças foram sutis, porém facilmente identificáveis. Acredito ser mais uma variação de sensações no paladar do que propriamente diferenças. A bisteca suína foi substituída por um corte mais nobre e macio, que é o prime rib steak de porco Duroc. O tutu de feijão é preparado com feijão branco, mais leve para ser consumido nessa estação, e o mesmo aconteceu com a linguiça suína, feita de lombo por concentrar menor teor de gordura”, explica a chef."


fonte: https://www.gazetadopovo.com.br/bomgourmet/10-restaurantes-imperdiveis-sao-paulo/

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